Catu: Formação estimula o uso de recursos para inclusão de aluno especial

Compartilhar:

A Formação aconteceu nos dias 26 e 27, na Secretaria de Educação e Cultura (Smec) – voltada à Educação Inclusiva: “Adaptações Curriculares de pequeno porte”, e visa garantir a permanência do aluno, assim como, elevar o aprendizado no processo de inclusão.

Fátima Freitas – Coordenadora da Educação Inclusiva – à frente da Formação, garante a importância de se trabalhar com estas adaptações: “É para oferecer um Educação Inclusiva de fato, a partir de pequenas modificações promovidas no currículo, pelo professor, de forma a permitir e promover a participação produtiva dos alunos”.

A importância da pesquisa por parte do professor e o entendimento dos níveis de aprendizagem da criança, garante a adequação das atividades, de modo a obter ganhos significativos – assim pontua Lucineide CabeceiraPsicopedagoga no CEAM – Centro Especializado de Atendimento Multidisciplinar, e Coordenadora Pedagógica na Rede Municipal de Ensino.

“No início, quando a aluna chegou, eu senti muita dificuldade. Com o tempo, observando o jeito dela, a maneira de agir – comecei a fazer atividades diversificadas”. Este é um trecho do relato da professora Genilza Queiroz Mesquita/Creche Celeste Nonato; referindo-se a sua aluna autista e com limitação motora. “Em uma das atividades dada para o reconhecimento do nome, orientei rasgar o papel e fazer bolinhas e colar na primeira letra – deste modo, trabalhávamos a motricidade e a cognição”,  emocionadarelata o sucesso desta prática– ao obter a resposta de Maria Clara/Educação Infantil – quando, ocasião depois, voltou a responder,  de forma contundente “M” – referindo-se a primeira letra do seu nome.

  Jeane Muniz Teixeira – Formada em Pedagogia, com Especialização em Ed. Inclusiva (Libras e AEE – Atendimento Educacional Especializado), com experiência de 22 anos na área, estando como – profissional de apoio, professora (Pestalozzi e AEE), agora, Coordenadora da Educação Inclusiva no município, diz: “A Formação trata de adaptações da competência do professor que beneficiará o aluno em sala de aula. A inclusão não é só o aluno estar inserido ou integrado – ela precisa garantir a permanência e alcançando a aprendizagem, dentro das suas limitações.”

A proposta da Formação é a troca de experiências que vão além das atividades xerocopiadas; buscar – o concreto, o lúdico, a avaliação diferenciada (prova oral); o uso de recursos adaptados – engrossador no lápis; computador para alunos com paralisia cerebral  – que não conseguem escrever; dentre outras, são algumas destas pequenas adaptações.

 

Fonte: ASCOM/ Prefeitura de Catu

Compartilhar:

Aviso:

Os Comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Catu Notícias.

É vetada a postagem de conteúdos que violem a lei e/ou direitos de terceiros.

Comentários postados que não respeitem os critérios, poderão ser removidos sem prévia notificação.

Deixe seu Comentário