Zé Ronaldo e Rui acumulam juntos dívidas de campanha no valor de R$ 1 milhão

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Findada a eleição de 2018 com a reeleição do governador Rui Costa no primeiro turno com 75,5% dos votos válidos, restaram as contas a pagar. Dos sete candidatos ao Governo da Bahia, apenas o petista Rui Costa e o democrata Zé Ronaldo possuem débitos de campanha. 

Ainda assim, se na eleição passada o atual gestor acumulou um montante de RS 11 milhões de despesas não pagas, nesse pleito sua dívida é de apenas R$ R$ 113.242,33. Zé Ronaldo, por sua vez, detém dívidas de R$ 907.740,00.

Com isso, a soma dos dois resulta em um débito de R$ 1.020.882,33, conforme levantamento feito junto ao site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Rui registrou R$ R$7.058.855,89 em despesas contratadas e pagou R$ R$6.945.613,56. Ele somou um total de R$ R$7.100.861,19 de recursos recebidos. O candidato do DEM, Zé Ronaldo, vem em seguida com registros de gastos no valor de R$ R$4.296.455,84 e R$ R$3.388.715,84 em despesas pagas. Ele arrecadou R$4.992.999,98. 

Já o emedebista João Santana acumulou R$ R$2.954.426,05 de despesas, que conforme consta no registro do TSE foi pago em sua totalidade. Ele acumulou R$ R$2.999.500,00 em arrecadação total de campanha. 

Célia Sacramento da Rede teria contratado todo valor recebido R$ 50.301,15, mas também não deixou débitos a pagar. 

Assim como ela, o postulante do PSOL, Marcos Mendes não entra nessa lista. Os R$ 47.306,84 gastos foram quitados em sua totalidade.  Marcos Mendes teve colaboração de R$112.741,87. 

Da mesma forma o ex-prefeito João Henrique (PRTB). Ele gastou somente R$ 500,00 e na sua prestação não constam dívidas a pagar. O perretebista recebeu R$ 1.500 em doações. Orlando Andrade do PCO, que recebeu R$ 600,00, também não possui despesas e, consequentemente, dívidas a pagar.  

Os candidatos têm o dia 5 de novembro para quitar dívidas e, nesse período, podem continuar arrecadando recursos exclusivamente para honrar os débitos. Caso haja segundo turno, esse período se estende por 30 dias após a data da eleição. Caso ainda existam dívidas, caberá ao partido arcar com os débitos das campanhas.
 

Fonte: BN

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